Criolo celebra 15 anos de “Nó na Orelha” em turnê pelo Brasil
Em parceria com a Live Nation Brasil, o artista anuncia quatro datas para 2027, passando por Belo Horizonte (Arena Hall), Curitiba (Cine Lido), Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna) e São Paulo (Suhai Music Hall)
A venda de ingressos para o público em geral estará disponível a partir do dia 17 de setembro em www.ticketmaster.com.br e nas bilheterias oficiais
Como parte da comemoração dos 15 anos de de Nó na Orelha, Criolo anuncia quatro shows para 2027 em parceria com a Live Nation Brasil. As apresentações acontecem no dia 10 de abril de 2027, em Belo Horizonte, na Arena Hall; dia 23 de abril, em Curitiba, no Cine Lido; dia 24 de abril, em Porto Alegre, no Auditório Araújo Vianna; e dia 08 de maio, em São Paulo, na Suhai Music Hall. Novas datas serão divulgadas em breve.
“Nó na Orelha é um recorte de uma pessoa que nasceu no Brasil, nasceu numa favela e que não deixou de acreditar que a arte pode salvar uma vida”, afirma Criolo. Lançado em 2011, o álbum marcou um novo momento na música brasileira ao reunir rap, samba, bolero, afrobeat, reggae e ritmos latinos em um mesmo repertório, ampliando as fronteiras do hip-hop e aproximando diferentes públicos.
A venda de ingressos para os shows de 2027 produzidos pela Live Nation estará disponível a partir do dia 17 de setembro, começando às 12h online e às 13h nas bilheterias oficiais. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 6x sem juros, estarão disponíveis online (www.ticketmaster.com.br) e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço).
No VMB 2011, da MTV Brasil, o trabalho venceu as categorias de Melhor Álbum, Música do Ano com "Não Existe Amor em SP" e rendeu ao cantor o prêmio de Artista Revelação. Criolo também foi premiado na categoria Revelação pelo júri da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e venceu o Prêmio Faz a Diferença na categoria Música. O disco foi considerado o melhor álbum pela revista Rolling Stone. Em 2026, as canções que atravessaram gerações ganham uma nova celebração ao vivo.
A celebração dos 15 anos de Nó na Orelha chega aos palcos a partir de setembro, começando no Coala Festival, no último dia 13 de setembro, em São Paulo. A turnê nasce como resposta à demanda do público pelo disco e propõe uma viagem fiel pelo repertório de Nó na Orelha, preservando seus arranjos originais. A direção artística é assinada por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, produtores do álbum, que retornam ao projeto 15 anos depois de sua criação.
“É uma turnê de agradecimento, genuinamente, a todos. As pessoas que construíram esse álbum estão nessa tour, assim como as pessoas que ficaram anos comigo, cantando nos palcos da vida. O Nó na Orelha sempre foi maior que todos nós, e a música é sempre maior que quem a cria, quem a executa e quem faz acontecer”.
No setlist as dez faixas do álbum ganham vida novamente, algumas se tornaram marcos da música brasileira contemporânea. "Subirusdoistiozin", primeira música de trabalho do disco, tornou-se um clássico do rap nacional, com suingue e arranjos que renderam inclusive um curta-metragem. "Não Existe Amor em SP", o segundo single, foi eleita a melhor canção nacional de 2011 pela Rolling Stone e emocionou o público do VMB com uma performance ao lado de Caetano Veloso. "Freguês da Meia Noite" revelou o lado bolero do artista, enquanto "Bogotá" abriu o disco com uma cara mais voltada ao soul e recheada de percussão. Juntas, essas canções mostraram um Criolo capaz de transitar entre universos musicais sem perder a coerência poética, e de falar sobre a cidade, a periferia e o amor de um jeito que atravessou fronteiras de gênero e geração.
Criolo destaca o significado de revisitar o álbum agora:
“É uma turnê de agradecimento, genuinamente, a todos. As pessoas que construíram esse álbum estão nessa tour, assim como as pessoas que ficaram anos comigo, cantando nos palcos da vida. O Nó na Orelha sempre foi maior que todos nós, e a música é sempre maior que quem a cria, quem a executa e quem faz acontecer”.
Além de cantor e MC, Criolo consolidou-se como um dos principais cronistas da música brasileira contemporânea. Ao longo de sua trajetória, construiu uma obra que conecta o hip-hop à MPB, ao samba e a diferentes matrizes da música negra, estabelecendo um diálogo constante com a tradição da canção brasileira.